O covil da criatura

Desde que fomos ao Ser Mamã que lhe ficou na ideia as tendas, eu volta e meia fazia-lhe as típicas tendas de índio do sofá, com direito a cobertores e almofadas mas a verdade é que fica sempre tudo espalhado. Vai na volta e numa inocente vamos todos acreditar que é possível ser uma visita inocente visita à Imaginarium vimos uma tenda super gira que nos chamou à atenção.
O Pai resolveu trazer a dita para casa.


Aquilo vem tão mas tão bem enrroladinho que ela não percebeu bem o que é que ia sair dali. 
Mas assim que perceber, MEU DEUS, foi a loucura.




A tenda é enorme e sim, covil é o melhor que lhe posso chamar.
Reside por baixo das escada, ali no meio da passagem da casa, tipo torre de vigia e ela só vai para lá para se esconder a fazer merda por vezes literalmente. É lá que vivem todos os restos de comida que ela faz um chorrilho para ter e depois não come e esconde, até a nossa fada do lar as encontrar. É lá que ela esconde os brinquedos preferidos e é lá que se esconde quando tem vergonha ou se quer meter connosco.
Concelho de Maria Carpideira, montem, mandem fazer, comprem, peçam emprestado um covil para as vossas criaturas.
O truque é fazer de conta que aquele mono feio e que não fica nada bem lá no meio da sala não existe. Acho que as criaturas ficam a achar que se tornam transparentes e aquele espaço torna-se o melhor sitio do mundo para se estar e se estão lá, mesmo que a fazer asneiras, ao menos estão LÁ, debaixo de olho, a sujar só aquele espaço.
É uma maravilha.

VIVA OS ÍNDIOS!!!

E não digam que vão daqui.

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Carpida á vontade que logo eu vejo