Nameless Paint ou Uma das melhores ideias dos ultimos tempos

Aprendemos muito novos a misturar as cores. Para uns nunca vai passar de uma coisa gira que se fez na escola mas para outros será o inicio de uma paixão.
As cores e a sua extensa palete é e sempre será o motivo de discussão.
Será que aquilo é verde-água ou azul-esverdeado?
Será laranja ou salmão?
E o salmão é um cor de rosa, certo?
Enfim.
Depois há os que sabem os pantones de cabeça e os que mal sabem distinguir o navy do preto. Temos também os daltónicos e ainda os que aprenderam com alguém que de se si já não sabia distinguir a coisa como deve de ser. No fundo o mundo das cores é complicado.
Com o passar dos anos e apesar de sabermos distinguir as cores principais e dar-lhes os nomes correctos esquecemos de como é que são formadas, talvez não pratiquemos o suficiente.
Pois que houve alguém lá no longe que teve uma ideia a meu ver fenomenal, engraçada, didáctica e que chega a ser tão óbvia que sinceramente é uma vergonha nunca ninguém se ter lançado nisto.
Chamou-lhe "Nameless paint".




 E são apenas isto, tubos de guache onde não existe o nome da cor mas sim a sua junção cromática. Passa a ser um jogo onde se adivinha que cor está lá dentro e onde se fica com a ideia que a junção de duas ou três cores primárias resulta em algo como a cor que está dentro do tudo a que chamamos cor X.
Adoro, adoro e adoro.

1 comentário:

Carpida á vontade que logo eu vejo