Foda-se pó caralho com esta merda

imagem de http://comosedizistoemingles.blogspot.pt/2012/06/como-dizer-palavroes-em-ingles-lingua-e.html
Sim, eu tenho uma veio do norte, uma é como quem diz uma meia dúzia delas, e desde que vim morar para a selva as gajas têm vindo a ficar entupidas, cheias de colesterol literal, a abarrotar de prenuncias e dizeres regionais. Sabem porque é que euzinha têm um aviso de não-entres-neste-blog-se-tens-menos-de-18-anos?
Porque ás vezes na minha revolta só me apetece encher as páginas de "foda-se, caralho vai para a puta que te pariu" mas não, eu sou uma nortenha civilizada e digo, "bolas", "caraças" e "filho de uma senhora extraviada que vendia o entre pernas por meia dúzia de tostões".
A minha questão é, se as primeiras palavras que se aprendem ocasionalmente de uma língua estrangeira são asneiras, se é a forma como se dizem que diferencia o regionalismo da coisa, se independentemente das palavras em si usadas a intenção é a mesma ou não é ofensiva, qual é o raio do problema de se dizer alguns palavrões?
Porque é que quando os homens os dizem ninguém liga e quando uma mulher as diz é porque não devia porque é feio?
Não percebo nada destes conceitos educacionais.
Eu digo um monte delas diariamente, é sempre a somar, vou parar ao inferno com certeza com a quantidade de coisa ruim que sai desta boca, consigo controlar-me para não ferir ouvidos alheios e respeito a liberdade dos outros mas ao fim de contas acho mesmo é que não passam de um bando de politicamente correctos que dizem tantas asneiras quanto eu só que as mascaram e mal.
Assim sendo, que fique escrito e esclarecido que para nós gentes lá de cima é tão natural dizer  "foda-se", "caralho", "merda" ou "vai-te foder" como vocês dizem "porra", "bolas" ou "vai dar uma volta" e não é por as palavras serem diferentes que se tornam mais ofensivas, ok!
Tenho dito!

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